segunda-feira, 28 de abril de 2014

Teacher, que método você usa?

Sou muito questionado por alunos que estão prospectando aulas de inglês, e em especial quando estou conversando com empresas, sobre a metodologia que uso em minhas aulas. Pergunta complexa de se responder. Ultimamente tenho respondido com uma pergunta, qual método se adéqua mais a você?
Na maior parte das vezes acabo por desconcertar a pessoa que está esperando uma resposta pronta sobre um método x ou y, mas na verdade, minha intenção é fazer com que esse possível aluno pense um pouco sobre o que ele está procurando.
Quando alguém procura por aulas existem inúmeras formas de trabalharmos com esse aluno, e o primeiro passo é conhecer um pouco o aluno, saber o quanto já sabe de inglês, qual sua história com a língua, se há traumas, momentos inesquecíveis, o que ele acha de falar ou ter que aprender a falar essa língua nova. Em seguida, preciso saber o quanto esse aluno pode e quer investir, e não estou falando apenas de dinheiro, mas, principalmente de tempo e dedicação. Afinal, se meu aluno quer se encontrar um vez por semana, uma hora de aula, tenho que montar uma estratégia diferente daquele que fara 5 aulas semanais, uma hora por dia. E por fim, tento entender qual o melhor canal de comunicação deste aluno potencial, se ele tem uma boa memória auditiva, ou visual, se ele é tímido ou não se importa em se expor mais, se ele gosta de ler, ou é maluco por músicas.
À partir daí começo a falar de como trabalho, da ênfase na conversação, da ênfase em montar aulas onde o foco é o aluno, da ideia de haver um processo mais cognitivo, que estimulará o aluno a raciocinar sobre o que está aprendendo e utilizar com mais propriedade, enfim, explicar que o método x ou y nem sempre é o que melhor se encaixa a necessidade dele e que podemos e devemos desenvolver algo mais customizado para que o processo seja mais eficiente.
Sei que em alguns casos, responder que trabalho assim ou assado seria mais fácil, mas quem é que disse que seria fácil?

segunda-feira, 17 de março de 2014

Alerta - Board Meeting - Apr 7th, 11:00 ET

Aquela reunião com a diretoria está chegando. Será uma vídeo conferencia, seu chefe e aquele seu colega que morou anos nos Estados Unidos estarão presentes, você precisa aparecer para a turma lá de fora, afinal seu departamento tem apresentado resultados interessantes, mas no entanto, você perde o sono por que ainda está inseguro com o inglês que fala.
Essa é uma das situações mais comuns hoje em dia nas empresas em que dou aulas e treinamentos. Alias, é hoje, e sempre foi a maior preocupação dos meus alunos, se expor junto a colegas que eles julgam falar inglês melhor e a seus chefes.
Numa reunião de negócios, o que é mais importante? Você já parou para se perguntar? É simples, é a comunicação efetiva. É passar o recado que você precisa passar de forma clara e eficaz, sem enrolação ou pompa. E se você fala inglês (intermediários e avançados, esse recado é para vocês!) tudo o que precisamos é um pouco de treinamento, e dedicar um certo tempo diário à preparação desse 'evento'.
"Mas minha vida já está um caos, não tenho tempo nem para pensar..."
Muitos dizem. Mas esse treinamento é mais simples do que aparenta ser, estou falando de dedicar de 20 a 30 minutos diários (duas paradas para o cafezinho) a algumas atividades de listening, algumas leituras, e preparação para uma especie de apresentação. Duas semanas, por volta de 10 horas de treinamento, com o material certo, com a dedicação e concentração necessária e você se sentirá muito mais seguro para se dar bem naquela reunião importante.
Entre em contato e saiba mais à respeito.

Abraços!

TREE - The Real English Experience
Ricardo Martins - English Consultant
rickbrown@globo.com

quarta-feira, 12 de março de 2014

Quanto devo investir?

Quero aprender a falar inglês. Quero melhorar meu inglês. Preciso praticar mais.
Mas afinal, o quanto devo investir? Qual é o preço que devo pagar por uma hora/aula de inglês?
Como você já deve imaginar, a resposta é: depende.
Não há como estabelecer o valor preciso, exato dessa conta. São inúmeros fatores que interferem. O professor se desloca até você? Existe estacionamento para o professor? Quanto custa? Qual é o horário da aula? Qual é o volume de horas/mês? Existe um contrato vigente? Qual é a duração desse contrato? Que método está sendo utilizado? É um curso personalizado para você? Que tipo de preparo essa aula exige do professor? Qual o nível de expertise do professor?
E por aí vai. São inúmeras questões que devemos responder antes de definirmos se o valor está alto ou não. Algumas pessoas que me consultam, que estão interessadas em fazer aulas chegam a questionar o valor que cobro, mas quando explicado como chego no valor, a grande maioria entende e acha justo. Sei que tenho colegas de profissão que cobram mais como também tenho colegas que cobram menos, mas oriento a todos que estão interessados em fazer aulas que façam as perguntas acima antes de contratar alguém. Que questionem o porque do valor e entendam tudo que está incluso no pacote. E por fim, lembrem-se sempre, esse é um investimento em você, para o resto de sua vida, é aprendizado.

Aulas de inglês, treinamentos em inglês, entrem em contato.

Abraços

sexta-feira, 7 de março de 2014

"Um Guraná para o 'Água de Salsicha' aqui." Propaganda de Refrigerante levanta a questão, como iremos receber os torcedores durante a Copa?

Chegou. 

A Copa do Mundo de futebol está aí, a pouco mais de 3 meses e, mais uma vez, nosso querido Brasil não está preparado para o desafio de garantir uma experiência inesquecível. 
Como esse não é um blog com pretensões políticas, não vou desperdiçar seu tempo com as críticas corriqueiras, importantes sim, mas corriqueiras, que ouvimos quase que diariamente na mídia, nas redes sociais, nas discussões de bar.

Meu interesse é falar sobre a língua inglesa e seu aprendizado, e certamente nesse campo também estamos bem desfalcados. Relendo uma reportagem do jornal O Globo de 2012 da jornalista Maíra Amorim, (http://oglobo.globo.com/economia/emprego/brasileiros-nao-sabem-falar-ingles-apenas-5-dominam-idioma-6239142#ixzz2vJU18uwo) relembro que apenas 5% dos brasileiros falam inglês fluentemente.

Não acho que o objetivo de nossa nação deva ser atingir 100% de fluentes em inglês, longe disso, mas acho que deveríamos nos preocupar mais em como recebemos nossos visitantes. Um sorriso no rosto e boa vontade, pode parecer suficiente para muitos, mas não garante a volta desses turistas. Quando a oferta é muito grande, quando a competição é descomunal, afinal viajar hoje é muito mais fácil, o que faz a diferença é a excelência, e se não conseguimos nos comunicar eficientemente, já começamos com o placar adverso.

O que você está fazendo para mudar essa realidade?

Ricardo Martins
TREE - The Real English Experience





segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Job interview, business meeting, conference call.... oh, God! I need some help!

Desde que comecei a dar aulas, perdi a conta de quantas pessoas, leia, alunos, relatavam o nervosismo por estarem prestes a enfrentar uma entrevista de emprego, ou uma reunião 'cascuda' com aquele gringo que tinha vindo lá do Texas só para isso. E para eles, o pior era que toda essa interação teria que ser em inglês.
Devemos lembrar que grande parte do nervosismo dessas situações independe da língua, e que a maioria das pessoas preferem evitar ao máximo esse ou qualquer tipo de exposição. Jerry Seinfeld, o genial comediante americano em um de seus shows de Stand-up, deu uma grande gargalhada quando brincou sobre uma pesquisa que constatou que o medo de falar em público está acima, na mente da maioria das pessoas, do que o medo da morte. "Em outras palavras", ele brincou, "em um funeral, a pessoa média preferia estar no caixão do que fazer os votos finais"
Mas se for em inglês, pior ainda!
Alguns anos atras, alguns de meus alunos que trabalhavam como terceirizados em uma multinacional, tiveram a oportunidade de ser contratados pela multinacional, mas teriam que passar por alguns treinamentos e reuniões em inglês. Na época, fui atras de material, pesquisei muito e treinei essa turma para o desafio. Com orgulho digo que a grande maioria deles conseguiu ser contratado pela empresa. Desde então, passei a me aprimorar em treinar executivos para entrevistas, para apresentações, para conference calls. 
Nesses dois últimos anos, a demanda para tal treinamento vem crescendo de forma vertiginosa, e cada vez mais oportunidades surgem para que possamos desenvolver determinadas habilidades de comunicação ao invés da aula no seu formato mais tradicional. E para atender essa demanda que passei a oferecer pacotes de horas para esses tipos de treinamento*.
Exemplos:
Job Interview Package - 10hs
Business Meetings - 10hs
Conference Calls Development - 30hs
Business Presentations - 10 - 20hs
Entrem em contato e descubra mais,

TREE - The Real English Experience - Training Packages 
Contato: Ricardo Martins - rickbrown@globo.com ou 11 98181-7599


*Para que esses treinamento sejam eficientes, os alunos devem estar ao menos no nível intermediário. 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

The time is now!

People, there's no more time to push it forward, the time is now! Let's learn and practice more English!

Pois é, não há mais tempo para desculpas, estamos em Janeiro de 2014 e para você que ainda luta para aprender, melhorar, aperfeiçoar seu Inglês a hora é agora. Não prolongue por mais tempo essa decisão. Aprender, ampliar o conhecimento, descobrir algo novo, é sempre fascinante, e se for possivel associar a algo que ainda pode trazer novas e melhores oportunidades, fica a pergunta no ar, o que você está esperando?
Aulas personalizadas, desenhadas para você, em pacotes e formatos variados, com aulas online ou presencial, treinamentos específicos ou pura conversação para a manutenção. Entre em contato e saiba mais.
Happy 2014!!!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

One more year....

Clichê dos clichês, mas o tempo voa. Mais um ano se passou, acabou, is over, e aqui estamos nos preparando para um novo que começa. Cercado por tradições de todos os tipos, por justamente termos influência de inúmeras culturas, o brasileiro tem um estilo próprio para começar seu ano.
Uma tradição americana, que também já faz parte do nosso hábito é o New Year Resolutions. A tal lista do que quero melhorar no ano que vem.

Que tal colocar nessa lista de 2014 Learn/Improve my English? 

Ainda devemos nos falar antes do Natal.

Até a próxima!

Rick